quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Ativ_3_1

As minhas iniciativas dialógicas, quando estive na sala de aula, eram incipientes, tímidas e não atendiam aos anseios de uma geração inquieta e cheia de novidades.
Hoje tenho mudados minhas atitudes desenvolvo com meus alunos uma prática dialógica, em que discutimos os assuntos a serem aprendidos. Isso se torna necessário para que eles possam ser autores da construção de seu próprio conhecimento. Para que eles sintam-se prazerosos no exercício de suas atividades, ouço suas colocações com atenção, procurando auxiliá-los no direcionamento dos trabalhos, fazendo questionamentos, levantando dúvidas e mostrando possibilidades à busca de possíveis soluções tornando as aulas muito mais prazerosa.

Cabe a nós conhecermos melhor o universo educacional para melhor atuar nele. Para isso recorremos aos recursos tecnológicos (livros digitais, CDs, DVDs, computadores, jogos educativos online dos diversos componentes curriculares e Temas Transversais etc) atividades lúdicas, jogos educativos etc. Em sala de aula estratégias como diálogo para conquistar, convencer, motivar a usar mídias não só para lazer, mas essencialmente na facilitação da aprendizagem, o uso do computador e internet têm uma grande influência para despertar o interesse, em virtude da infinidade de informação que dispõe por meio de links que o aluno pode navegar espontaneamente a partir da direção que o regente indica, além da participação ativa do aluno nas atividades desenvolvidas, reforço escolar para os que estão com maior déficit de aprendizagem.

Ativ_2_11

Navegando pela Wikipédia e pelo Wickcionário

Encontramos muitas coisas importantes. Encontramos tudo o que procuramos muito bem distribuídos e atualizado, ficamos impressionados com tantas informações à disposição do público. Estavam tudo bem definidos.
E há importantes diferenças na forma de como as verbetes estão definidos.

Ativ_2_10visitando a wikipédia

Atividade: Visitando a Wikipédia
Percebemos que há a palavra "editar" na imagem à direita. Neste ícone, podemos editar artigos neste e a qualquer momento, mesmo sem estar logado, com exceção das páginas semi-protegidas, em que apenas os usuários cadastrados têm permissão para editar o conteúdo, e das páginas protegidas, em que somente os administradores podem editar.
Notamos também que a aba intitulada de “discussão” na Wikipédia serve apenas para discutir sobre a página principal. Este não é o local para fazer perguntas gerais ou submeter conteúdo.
Para submeter conteúdo, consulte o guia de edição.
Notamos sim um cadeado no canto superior direito. No caso se referindo ao cadeado simboliza uma conexão segura, e o mesmo irá aparecer nas barras de endereço. Assim há a necessidade de moderação ao utilizar alguns sites, cuidados que são necessários à segurança dos visitantes.

Ativ_2_3 Conceituando Hipertexto

Deixou a impressão que o site apresenta inúmeras informações importantes que podem propiciar ajuda em todos os sentidos aos profissionais da educação que visam educação de qualidade para ambos os grupos.
Alguns pensaram, sugestionaram que o site portal do professor pode ser útil desde que não apenas utilizamos como cópia e sim como modelo ou sugestão de trabalhos aos professores em geral.
A navegação foi tranquila, ficamos apenas surpresos com tantas informações importantes. Sempre obtivemos o controle da navegação indo e voltando às páginas visitadas.
Sim quando andamos por caminhos desconhecidos sempre nos causa estranheza, mas é muito satisfatório.

Ativ_2_1

Deixou a impressão que o site apresenta inúmeras informações importantes que podem propiciar ajuda em todos os sentidos aos profissionais da educação que visam educação de qualidade para ambos os grupos.
Alguns pensaram, sugestionaram que o site portal do professor pode ser útil desde que não apenas utilizamos como cópia e sim como modelo ou sugestão de trabalhos aos professores em geral.
A navegação foi tranquila, ficamos apenas surpresos com tantas informações importantes. Sempre obtivemos o controle da navegação indo e voltando às páginas visitadas.
Sim quando andamos por caminhos desconhecidos sempre nos causa estranheza, mas é muito satisfatório.

Ativ_2_9 Vídeo das aulas dadas

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Ativ_2_6 Plano de aula para alunos do 3º ciclo



ESCOLA: Estadual Palmital – Colider/MT
Alunos do 3º ciclo do Ensino Fundamental
Plano de aula
Objetivo:
·          Definir bullying
·          Elaborar um texto coletivo;
·          Compreender que o bullying é uma forma de violência que mais cresce no mundo
·          Ter noção sobre hipertexto e hiperlink;
·          Transformar o texto coletivo em um hipertexto.
Duração das atividades
Seis aulas de quatro horas cada aula
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Pré-requisitos em termo de competências desenvolvidas pelos alunos:
  • Navegação na Internet,
  • Noções para produção de texto coletivo de forma colaborativa.
Estratégias e recursos da aula
Desenvolvimento
Introduzir uma conversa informal onde os alunos falem o que entendem sobre bullying. Ouvir suas opiniões a respeito de posturas como essa e definir coletivamente conceitos sobre bullying. Em seguida montar com os alunos no quadro (branco ou negro) um texto coletivo a partir de suas ideias.
Após essa etapa, dividir os alunos em grupos e levá-los para o laboratório de informática educativa para que pesquisem definições de bullying e assistam a vídeos que tratam  dessa situação que está presente no ambiente escolar.
Vídeos selecionados:

A partir da visualização na Internet (informações e vídeos sobre bullying) pedir que cada grupo faça seu texto  (pode ser narrativa, descrição ou dissertação).
Num segundo momento, no laboratório de informática, os alunos em grupos previamente organizados, explicar e definir com eles o conceito de hipertexto e hiperlink, exemplificando através da navegação de páginas na internet.
De posse do texto coletivo, digitá-lo e mostrar na prática (com o projetor multimídia) como fazer um hipertexto.
Após essa exemplificação, pedir que os grupos assinalem os termos que desejam “linkar” com outras fontes de informação.
Recursos
·                Folhas
·                Lápis e borracha
·                Computadores com internet
·                Projetor multimídia e telão
Recursos Complementares
Vídeo:
O que é Bullying - Bullying nas escolas
Livro:
Bullying: mais sério do que se imagina
Avaliação
Avaliação
A avaliação acontecerá ao longo do desenvolvimento da atividade, observando a participação dos alunos e sua colaboração para a produção coletiva de textos a respeito do tema proposto.

sábado, 13 de outubro de 2012

-->Edneia dorvalina ,Luciana amaral ,Neuza

ESCOLA: Estadual Palmital – Colider/MT

Alunos do 7º SERIE Ensino Fundament1al

Quantidade de alunos:20

Plano de aula

Objetivo:
Definir bullying

Elaborar um texto coletivo;

Compreender que o bullying é uma forma de violência que mais cresce no mundo


Ter noção sobre hipertexto e hiperlink;


Transformar o texto coletivo em um hipertexto.

Duração das atividades

Seis aulas de quatro horas cada aula

Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno

Pré-requisitos em termo de competências desenvolvidas pelos alunos:

Navegação na Internet,

Noções para produção de texto coletivo de forma colaborativa.

Estratégias e recursos da aula

Desenvolvimento

Introduzir uma conversa informal onde os alunos falem o que entendem sobre bullying. Ouvir suas opiniões a respeito de posturas como essa e definir coletivamente conceitos sobre bullying. Em seguida montar com os alunos no quadro (branco ou negro) um texto coletivo a partir de suas ideias.

Após essa etapa, dividir os alunos em grupos e levá-los para o laboratório de informática educativa para que pesquisem definições de bullying e assistam a vídeos que tratam dessa situação que está presente no ambiente escolar.

Vídeos selecionados:

http://www.youtube.com/watch?v=rhLLzAq0O8I

http://www.youtube.com/watch?v=Dd3X54zeu2I&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=NxWevnHee54&feature=related



A partir da visualização na Internet (informações e vídeos sobre bullying) pedir que cada grupo faça seu texto (pode ser narrativa, descrição ou dissertação).

Num segundo momento, no laboratório de informática, os alunos em grupos previamente organizados, explicar e definir com eles o conceito de hipertexto e hiperlink, exemplificando através da navegação de páginas na internet.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipertexto

http://www.youtube.com/watch?v=iphEbL4KS2o

De posse do texto coletivo, digitá-lo e mostrar na prática (com o projetor multimídia) como fazer um hipertexto.

Após essa exemplificação, pedir que os grupos assinalem os termos que desejam “linkar” com outras fontes de informação.

Recursos


Folhas


Lápis e borracha


Computadores com internet


Projetor multimídia e telão

Recursos Complementares

Vídeo:

O que é Bullying - Bullying nas escolas

http://www.youtube.com/watch?v=aIjRTYa7UK0

Livro:

Bullying: mais sério do que se imagina

http://www.pucrs.br/mj/livro-bullying-mais-serio-do-que-se-imagina.php

Avaliação

Avaliação

A avaliação acontecerá ao longo do desenvolvimento da atividade, observando a participação dos alunos e sua colaboração para a produção coletiva de textos a respeito do tema proposto.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Ativ_2_2 percepcoes_ao_navegar_por_hipertexto_seu_edneia


Foram encontrados aproximadamente 558.000 resultados sobre hipertexto no google distribuídos em inúmeras páginas.
É uma experiência única navegar em busca de conhecimentos onde o meio é a internet, são muitas informações disponíveis ao mesmo tempo e com apenas um clic. Assim fica muito mais fácil compreender o que desejamos, embora há necessidade de se perder o medo de utilizar a máquina. Ao navegar pela internet em busca do que é hipertexto tive algumas dificuldades, pois foram muitas páginas que o link nos mostrou, tive dúvidas ao avançar para a próxima página e retornar à página anterior, mas com o manuseio aos pouco fui me adaptando e adquirindo experiências suficientes para informar todos ou quase todos os caminhos percorridos. Acredito que precisamos utilizar dos meios digitais com alguns cuidados, pois precisamos identificar o que de fato queremos e como selecionar as informações disponíveis a fim de que não perdemos com tantas informações. Também devemos atentar para não utilizar apenas para copiar e colar, devendo servir de base para estudos, discussões, interações, conclusões e decisões.

Ativ_1_6 PROJETO TEMPO DE LER


PROJETO TEMPO DE LER




Justificativa


Este projeto nasce de algumas inquietações manifestadas no contexto escolar. Inquietações estas que fluíram com base na realidade da sala de aula e o contexto social em que vivemos.
O contexto social espera e exige do sujeito uma boa preparação intelectual, emocional e cognitiva para desempenhar as funções do mundo adulto. Tal preparação pode ser feita pela família e pela escola. Em outras palavras, vivemos na era do conhecimento e da velocidade das informações num contexto totalmente tecnificado. A formação do sujeito deve estar em contínuo processo devido as mudanças também contínuas nas relações sociais e de trabalho. O sujeito deve aprender a aprender sempre.
As formas, os meios e as técnicas de realizar a formação do sujeito preparando para nossa sociedade das relações complexas podem ser diversas e variadas. Dentre tantas, a leituras é quase que absoluta, isto é, a prática da leitura é uma excelente maneira de adquirir e produzir conhecimento e formação em geral.
Porém, o contexto da sala de aula, em muitos casos, a leitura é uma atividade pedagógica bastante ausente no cotidiano das aulas e fora delas também. A leitura se constitui um grande desafio para o professor. Tendo em vista as dificuldades de interpretação de textos e o pouco hábito de ler, observados na sala de aula, criamos esse projeto, que tem por finalidade despertar o interesse dos alunos pela boa leitura de diversas literaturas e o conhecimento em geral.
O estudo da literatura através da leitura espontânea na escola é uma prática bastante antiga, antes mesmo da concepção moderna de literatura que foi no século XIII, visto como a beleza a ser imitada. A partir do século XVII, a literatura assume três funções sociais: passar os valores cultivados como ideais pela sociedade, contribuir para a criação de uma identidade nacional e garantir uma uniformidade lingüística espelhada nas melhores expressões da língua de uma determinada nação.
Para Zilberman (1998) a experiência da leitura decorre das propriedades da literatura enquanto forma de expressão que, utilizando-se da linguagem verbal, incorpora a particularidade dessa de construir um mundo coerente e compreensível, logo racional; esse universo, contudo, se alimenta da fantasia do autor, que elabora suas imagens interiores para se comunicar com o leitor.
Como podemos observar, o uso da literatura como instrumento para o habito de ler não é sinônimo de pura fantasia, pois tem como forma a linguagem verbal, a qual é regida por uma lógica que resulta da necessidade de coerência no texto escrito.  Assim, Zilberman (2003) complementa dizendo que:
O texto concilia a racionalidade da linguagem, de que é testemunha sua estrutura gramatical, com a invenção nascida da intimidade de um individuo; e pode lidar com a ficção mais exacerbada, sem perder o contato com a realidade, pois precisa condicionar a imaginação à ordem sintática da língua (ZILBERMAN, 2003).
A partir de Zilberman, vamos explorar a leitura e sua importância para a formação do sujeito que vemos se justificar a importância não só da manutenção do ensino literário na escola, mas também no sentido de se estimular, em todos os espaços em que a criança e o jovem circulam a prática da leitura literária.
Para Abramovichy (1994) vivenciar esse tipo de leitura significa uma atividade mental que agencia recurso de ordem cognitiva, seja linguagem, relação lógica, como as de causa e conseqüência, por exemplo: de ordem simbólica, como associações, projeções, identificações; entre outros recursos de ordem afetiva.
Já é histórica a relação entre escola, leitura e literatura. Passou por significativas mudanças e concepções. Neste processo estão envolvidos dois personagens que merecem destaques: o professor e a criança. Este alvo está sob influências de ambos e merecem grande atenção porque a relação entre o professor e a criança faz nascer à aprendizagem. Portanto a discussão presente tratará aspectos como à formação do leitor, como trabalhar a literatura, o que possibilita a leitura e como se desenrola toda uma trama que enovela fatos do passado, do presente e do futuro.

Objetivo Geral
O objetivo geral deste projeto é despertar no aluno o gosto pela leitura, levando-o a reconhecer a importância de se cultivar o hábito de ler no processo do conhecer, resgatando e desenvolvendo a criatividade interpretativa e a assimilação dos diversos tipos de conteúdos.
Objetivos específicos
- Despertar o gosto pela leitura;
- Despertar o hábito de ler;
- Desenvolver o senso crítico e a criatividade;
- Promover momentos de discussões sobre as experiências individuais da leitura;
- Proporcionar ao aluno o acesso às variadas leituras e escritas, atividades concretas.

Metodologia
Para desenvolver as atividades e ensino, a metodologia aplicada prima pela abordagem qualitativa da aprendizagem visando o desenvolvimento da capacidade de aprender, através do domínio da leitura, da escrita e do cálculo, da compreensão do ambiente natural e social, das tecnologias disponíveis, das artes e dos valores em que levam à formação de hábitos e atitudes básicas para o trabalho, convívio social e exercício da cidadania.
Nesse sentido, as atividades de leitura, tanto de literatura como de outros tipos de textos, pressupõem o desenvolvimento no aluno da percepção, da capacidade de comparação, diferenciação, reconhecimento e combinação de elementos, em um processo de aprendizagem que aborda as dimensões concretas e abstratas.
Para tanto, as atividades preparadas para cada encontro serão destinadas a promover os aspectos físico, intelectual e emocional através de slides contento pequenos resumos de literatura, com imagens e leitura que extingue a vontades de ler a obra. E conseqüentemente a  produção de textos abordando diversos temas, estimulo ao pensamento crítico e reflexivo, o incentivo ao raciocínio lógico e o estímulo ao senso estético, em um esforço integrado de desenvolvimento da personalidade.
Inicialmente faremos uma espécie de sondagem com objetivo de diagnosticar os diferentes níveis e tendências de gêneros de leitura; num segundo momento promoveremos uma dinâmica de grupo com o intuito de sensibilizar para a importância do habito de ler, bem como os benefícios proporcionados pela leitura; 
Em seguida será empregada a metodologia de leitura em pequenos grupos, em equipes e individual (individuais e coletivas), utilizando diversos recursos pedagógicos como material impressos, audiovisual, áudio, linguagem não verbal etc.
O acesso aos materiais de leitura será propiciado pelo acervo da biblioteca escolar.
O projeto será desenvolvido ao longo de um semestre com possibilidade de continuar dependendo do interesse dos alunos e da professora da turma.

AVALIAÇÃO:
A avaliação será realizada de forma coletiva em momentos criados para a socialização das experiências e das aprendizagens realizadas. Nestes momentos será priorizado a participação de todos independente do nível e compreensão do processo de leitura.
As falas nos encontros serão instigadas no sentido do aluno relacionar os conteúdos lidos com a própria experiência vivida para assim, tecer suas significações e construir sua maneira critica de produzir conhecimento.
Bibliografia
ABRAMOVICHY, Fanny. Literatura Infantil Gostosuras e Bobices. São Paulo: Scipione, 1994.
FREIRE, P.: Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988.
MAIA, C. M. Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem. Obra coletiva organizada pela Universidade Luterana do Brasil.
Psicodinâmica da aprendizagem. Universidade Luterana do Brasil (Ulbra). Curitiba: Ibopex, 2009.
RINALDI, C. O currículo emergente e o construtivismo social. In: EDWARDS, C.; GANDINI, L.;FORMAN, G. As cem linguagens da criança: abordagem de Reggio Emilia na educação da primeira infância. Porto Alegre: ArtMed, 1999.
ZABALA, A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: ArtMed, 1998.
ZILBERMAN, Regina. A literatura infantil na escola. 11ª. ed. São Paulo: Global Editora e Distribuidora, 2003.



Ativ_2_3 Hipertexto


Hipertexto é um texto utilizado pela mídia em que se inserem links de navegação em palavras-chaves. Esses links remetem o leitor a outros documentos de texto, a outros sites ou abrem janelas de conceitos adicionais que também podem ser hipertextuais. O usuário ao acessar um ponto determinado de um hipertexto, consequentemente, outros que estão interligados também são acessados, num grau de interatividade que ultrapassa a barreira da leitura plana ou linear.
O sistema de hipertexto mais conhecido atualmente é a World Wide Web, no entanto a Internet não é o único suporte onde este modelo de organização da informação e produção textual se manifesta.

REFERÊNCIAS:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipertexto - acessado em 14 de setembro de 2012

ativ1-4_edneia

As tecnologias mais utilizadas segundo entrevista

AS TECNOLOGIAS MAIS UTILIZADAS FORAM:
ØCOMPUTADORES DO LIEDs.
ØPROJETOR DE IMAGENS MULTIFUNCIONAL

ØIMPRESSORAS
ØINTERNET
 
¢SÃO UTILIZADAS EM FORMA DE COMPLEMENTAÇÃO DAS ATIVIDADES APLICADAS DIARIAMENTE.
SEMPRE QUE HÁ NECESSIDADE E COM ALGUMAS RESTRIÇÕES, POIS HÁ EXCASSES DE TEMPO E EQUIPAMENTOS

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A escola está lidando com a tecnologia cada vez mais intensamente, embora procurando adequações ainda deixam a desejar, haja visto, nós próprios educadores ainda não conseguimos administrar, acompanhar os avanços já existentes hoje. É necessário elaborar projetos e programas que possam contribuir para as adequações necessárias, a fim de garantir que nossos alunos não percam muito no ensino e na aprendizagem.

Ativ 1-2 SER PROFESSOR HOJE


SER PROFESSOR HOJE
Professor é sempre professor, não importa o tempo ou espaço em que o mesmo viva, sua tarefa suprema é compartilhar conhecimentos, com tecnologias ou não, com lápis ou sem lápis, com lousa virtual, numa universidade renomada ou numa vila de periferia. Na verdade o que muda, são as suas formas de trabalhar, os mecanismos que utiliza e os equipamentos que ele tem para reforçar sua missão de socializar e propiciar conhecimentos. O professor capaz, é aquele que utiliza com sabedoria todas as ferramentas disponíveis, sejam as de última geração tecnológicas como as mais remotas ainda existentes como dar aula sem lousa, sem sala de aula adequada, sem apoio pedagógico, sem nenhuma ou quase nenhuma estrutura, mas com os principais autores do processo alunos e professor.

QUEM SOU EU (PROFESSOR) NESTE CONTEXTO?
Me encontro entre dois mundos e espaços que estão tão próximos, mas continuam afastados. A máquina só pode produzir a partir do momento em que alguém a manuseia, sem isso... é sem utilidade.  Me considero um professor interativo, participativo, corro atrás do que pode proporcionar prazer e alegria em aprender, isto e: saber que no final, alguém aprendeu o que foi exposto. Não me basta apenas em teorias, por isso, busco a excelência da prática. Procuro aprender sempre e me atualizar, dia a dia por que caso contrário não serei significativo na vida dos meus alunos.